{"id":2288,"date":"2023-02-28T14:17:58","date_gmt":"2023-02-28T14:17:58","guid":{"rendered":"https:\/\/automotiverevista.pt\/?p=2288"},"modified":"2023-02-28T14:18:00","modified_gmt":"2023-02-28T14:18:00","slug":"diesel-feito-a-partir-de-agua-e-possivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/automotiverevista.pt\/index.php\/2023\/02\/28\/diesel-feito-a-partir-de-agua-e-possivel\/","title":{"rendered":"<strong>Diesel feito a partir de \u00e1gua: \u00e9 poss\u00edvel!<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p>A Revista Automotive esteve em Dresden para conhecer melhor o processo de fabrica\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel sint\u00e9tico, onde \u00e9 poss\u00edvel produzir diesel a partir de \u00e1gua e de CO2.<\/p>\n\n\n\n<p>Estivemos assim na Sunfire, empresa fundada em 2010 na cidade de Dresden, na Alemanha. Durante quase um ano, tr\u00eas s\u00f3cios permaneceram os \u00fanicos funcion\u00e1rios da empresa, trabalhando num projeto de fechar o ciclo de carbono. Em 2011 e face aos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos desenvolvidos a empresa teve um impulso ao receber apoio do governo alem\u00e3o, passando para 30 funcion\u00e1rios. A empresa atraiu a aten\u00e7\u00e3o de investidores, foi evoluindo e hoje a Sunfire emprega cerca de 120 trabalhadores diretos e tem como acionistas diversas empresas como a <a href=\"https:\/\/www.bilfinger.com\/\">Bilfinger<\/a>, a <a href=\"https:\/\/www.edfenergy.com\/\">EDF Group<\/a> e um fundo controlado pela <a href=\"https:\/\/www.allianz.pt\/\">Allianz<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Criar combust\u00edvel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Sunfire foi pioneira no processo denominado Power-to-Liquids (PTL) que consiste na transforma\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e di\u00f3xido de carbono em crude. Esse crude, pode depois ser transformado em diesel ou gasolina. O processo \u00e9 altamente complexo, mas tentaremos explicar de forma simples como tudo funciona.<\/p>\n\n\n\n<p>Os combust\u00edveis (diesel e gasolina) s\u00e3o hidrocarbonetos compostos por uma cadeia de \u00e1tomos de carbono (C) e de hidrog\u00e9nio (H). Por sua vez a \u00e1gua (H2O) \u00e9 composta por dois \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio (H) e um de Oxig\u00e9nio. O di\u00f3xido de carbono (CO2) \u00e9 composto por um \u00e1tomo de carbono (C) e dois de oxig\u00e9nio. Resumindo, tudo o que \u00e9 preciso para fazer combust\u00edvel \u00e9 conseguir juntar numa cadeia, os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio (H) e os de carbono (C), contidos na \u00e1gua e no do di\u00f3xido de carbono respetivamente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"424\" src=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960196037_75a99c2415_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2291\" srcset=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960196037_75a99c2415_o.jpg 1000w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960196037_75a99c2415_o-300x127.jpg 300w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960196037_75a99c2415_o-768x326.jpg 768w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960196037_75a99c2415_o-750x318.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A Sunfire criou assim o processo Power-to-Liquids que \u00e9 composto por tr\u00eas passos:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 Eletr\u00f3lise de alta temperatura<\/strong>: este passo consiste em conseguir dividir os \u00e1tomos da \u00e1gua para retirar o hidrog\u00e9nio, atrav\u00e9s da eletr\u00f3lise de alta temperatura. Para tal \u00e9 preciso \u00e1gua, eletricidade e uma c\u00e9lula de combust\u00edvel de \u00f3xido s\u00f3lido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2 Reator de convers\u00e3o:<\/strong> os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio separados anteriormente s\u00e3o enviados para um reator de convers\u00e3o, onde s\u00e3o misturados com di\u00f3xido de carbono de forma a reduzir o CO2 em CO. O produto desta redu\u00e7\u00e3o \u00e9 denominado g\u00e1s de s\u00edntese (CO e H2).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3 Fischer-Tropsch :<\/strong> atrav\u00e9s do processo de Fischer-Tropsch, \u00e9 convertido o g\u00e1s de s\u00edntese do passo anterior num hidrocarboneto, denominado Crude Azul.<\/p>\n\n\n\n<p>O Crude Azul, tal como o crude de petr\u00f3leo tem diversas utiliza\u00e7\u00f5es. Para obter o combust\u00edvel usado nos autom\u00f3veis, \u00e9 preciso mais um processo no caso do diesel e dois processos no caso da gasolina.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, atrav\u00e9s de um processo de destila\u00e7\u00e3o pode-se transformar o Crude Azul em Nafta, Diesel ou Parafina. Para produzir a gasolina \u00e9 necess\u00e1rio um segundo processo, ou seja atrav\u00e9s da refina\u00e7\u00e3o, transformar a Nafta em gasolina.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"667\" src=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960199397_cf83202515_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2292\" srcset=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960199397_cf83202515_o.jpg 1000w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960199397_cf83202515_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960199397_cf83202515_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16960199397_cf83202515_o-750x500.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Pureza do produto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio do Crude de petr\u00f3leo, o Crude Azul \u00e9 ultra-puro, n\u00e3o contendo sulfuro, nitrog\u00e9nio nem hidrocarbonetos arom\u00e1ticos. Estes \u00faltimos s\u00e3o considerados cancer\u00edgenos e se tivermos em conta que a Parafina \u00e9 um dos produtos mais usados na ind\u00fastria da cosm\u00e9tica, apercebemos da import\u00e2ncia de ter um crude puro para se trabalhar.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos casos do diesel e gasolina, a pureza do Crude Azul \u00e9 fundamental para se ter um combust\u00edvel sem impurezas, enquanto n\u00e3o se perde capacidade de combust\u00e3o no processo de destila\u00e7\u00e3o ou refina\u00e7\u00e3o. Este combust\u00edvel derivado do Crude Azul \u00e9 o denominado combust\u00edvel azul.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo o cetano \u00e9 uma medida que avalia a qualidade de combust\u00e3o de um l\u00edquido. O diesel proveniente de crude de petr\u00f3leo tem um n\u00famero de cetano que ronda os 55, enquanto o diesel do Crude Azul tem um cetano de 70. O diesel da Sunfire tem assim maior facilidade de combust\u00e3o face ao diesel normal, significando um menor esfor\u00e7o dos componentes dos motores para a explos\u00e3o, bem como uma menor acumula\u00e7\u00e3o de impurezas no motor.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Proveni\u00eancia das mat\u00e9rias-primas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As mat\u00e9rias-primas do processo PTL s\u00e3o a \u00e1gua, eletricidade e di\u00f3xido de carbono. A \u00e1gua para ser utilizada prov\u00e9m dos rios, ou sa\u00eddas de esta\u00e7\u00f5es de tratamento de \u00e1gua (ETAR). A eletricidade prov\u00e9m de um fornecedor externo, que obt\u00e9m a energia atrav\u00e9s de fontes renov\u00e1veis como as torres e\u00f3licas ou os pain\u00e9is solares.<\/p>\n\n\n\n<p>O di\u00f3xido de carbono \u00e9 um subproduto proveniente de instala\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s na regi\u00e3o, ou atrav\u00e9s da capta\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono diretamente da atmosfera, por um processo inovador levado a cabo pela empresa su\u00ed\u00e7a Climeworks.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos objetivos da Sunfire \u00e9 tamb\u00e9m fechar o ciclo de carbono. Isto porque, se os motores dos carros emitem CO2 (di\u00f3xido de carbono), esse mesmo CO2 pode ser aproveitado como mat\u00e9ria-prima na produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel azul, que por sua vez ser\u00e1 utilizado nos carros. O di\u00f3xido de carbono fica fechado num ciclo de reaproveitamento.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"667\" src=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SunfireGBH-10.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2293\" srcset=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SunfireGBH-10.jpg 1000w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SunfireGBH-10-300x200.jpg 300w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SunfireGBH-10-768x512.jpg 768w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SunfireGBH-10-750x500.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o em Dresden<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A c\u00e9lula de combust\u00edvel de \u00f3xido s\u00f3lido (Solid oxide fuel cell \u2013 SOFC) \u00e9 a chave de todo o processo PTL. Em Dresden localizava-se uma f\u00e1brica de SOFC que foi adquirida de forma a controlar um dos elementos mais importantes do processo. A Sunfire nasce e cresce nas antigas instala\u00e7\u00f5es dessa empresa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Benef\u00edcios macroecon\u00f3micos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Podemos nos questionar se o custo de toda esta tecnologia resultar\u00e1 num combust\u00edvel mais caro. Os c\u00e1lculos apontam para um pre\u00e7o de comercializa\u00e7\u00e3o pouco acima dos 2 euros por litro. \u00c9 mais caro do que os combust\u00edveis atuais mas se tivermos em conta que um litro de combust\u00edvel azul tem uma maior for\u00e7a de combust\u00e3o, chegaremos \u00e0 conclus\u00e3o que o consumo ser\u00e1 menor do que o combust\u00edvel tradicional.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, \u00e9 no dom\u00ednio macroecon\u00f3mico que reside o grande passo dado pela Sunfire. Nenhum pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia produz petr\u00f3leo e todos os anos gastam-se mais de 200 mil milh\u00f5es de euros a comprar petr\u00f3leo de pa\u00edses externos. Se todo esse dinheiro n\u00e3o sair da Europa, estaremos a investir no nosso pr\u00f3prio continente, criando neg\u00f3cio, postos de trabalho e gerando riqueza interna. Toda a mat\u00e9ria-prima pode ser extra\u00edda na Europa, todo o equipamento pode ser produzido na Europa e por isso \u00e9 poss\u00edvel diminuir drasticamente o fluxo de dinheiro para o exterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra das grandes vantagens macroecon\u00f3micas \u00e9 que a varia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o deste combust\u00edvel ser\u00e1 muito pequena, visto as mat\u00e9rias-primas (\u00e1gua, eletricidade e di\u00f3xido de carbono) oscilarem pouco os seus pre\u00e7os, ao contr\u00e1rio do petr\u00f3leo.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"667\" src=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/17196431805_d04006f7a5_o-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2295\" srcset=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/17196431805_d04006f7a5_o-1.jpg 1000w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/17196431805_d04006f7a5_o-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/17196431805_d04006f7a5_o-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/17196431805_d04006f7a5_o-1-750x500.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Inova\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os processos utilizados pela Sunfire n\u00e3o s\u00e3o novos no sentido estrito. A eletr\u00f3lise de alta temperatura, o reator de convers\u00e3o e o processo de Fisher-Tropsch j\u00e1 existem h\u00e1 muito tempo e com aplica\u00e7\u00f5es em diversos ramos. Por exemplo o processo Fisher-Tropsch foi inventado em 1920, e \u00e9 o mesmo processo (com algumas adapta\u00e7\u00f5es) utilizado pela Shell para a produ\u00e7\u00e3o dos seus lubrificantes PurePlus, a partir de g\u00e1s natural.<\/p>\n\n\n\n<p>O que faz da Sunfire uma empresa \u00fanica e inovadora \u00e9 conseguir combinar v\u00e1rios processos numa \u00fanica planta produtiva, capaz de produzir o Crude Azul, de forma sustent\u00e1vel. Os subprodutos da produ\u00e7\u00e3o PTL s\u00e3o o oxig\u00e9nio e \u00e1gua, que n\u00e3o s\u00e3o nefastos para o ambiente e podem ser reutilizados no processo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Custos de implementa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Visitamos a planta produtiva em Dresden que ocupa um espa\u00e7o de poucos metros quadrados no solo, mas que se eleva em altura. Ao percorremos os seis andares do edif\u00edcio, o sentimento \u00e9 de que estamos numa esta\u00e7\u00e3o espacial, tal \u00e9 a quantidade de tecnologia que est\u00e1 em cada andar.<\/p>\n\n\n\n<p>Explicam-nos os t\u00e9cnicos de que \u201cparece muito complexo porque est\u00e1 tudo concentrado, \u00e9 uma linha de produ\u00e7\u00e3o em miniatura mas que pode ser alargada\u201d. O objetivo foi criar uma planta produtiva modular, ou seja, o investimento inicial para se ter uma linha de produ\u00e7\u00e3o PTL \u00e9 baixo, equivalente a uma f\u00e1brica de m\u00e9dias dimens\u00f5es. Neste momento, o m\u00f3dulo produtivo tem a capacidade de produzir cerca de 160 litros por dia de crude azul. Quando comparado com o investimento necess\u00e1rio para a procura, extra\u00e7\u00e3o e refinamento do petr\u00f3leo, s\u00e3o evidentes as vantagens deste processo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel assim ter uma produ\u00e7\u00e3o PTL integrada numa f\u00e1brica de cosm\u00e9ticos por exemplo. Ou se uma empresa n\u00e3o quiser investir muito, come\u00e7a com um m\u00f3dulo e depois conforme o neg\u00f3cio vai crescendo, \u00e9 s\u00f3 acrescentar m\u00f3dulos para ter uma capacidade de produ\u00e7\u00e3o maior. O processo de destila\u00e7\u00e3o e refinamento \u00e9 mais f\u00e1cil (consequentemente mais barato) visto o Crude Azul n\u00e3o conter as milhares de impurezas que o crude de petr\u00f3leo tem.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"994\" height=\"667\" src=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16574108564_9318f54b4a_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2296\" srcset=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16574108564_9318f54b4a_o.jpg 994w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16574108564_9318f54b4a_o-300x201.jpg 300w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16574108564_9318f54b4a_o-768x515.jpg 768w, https:\/\/automotiverevista.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/16574108564_9318f54b4a_o-750x503.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 994px) 100vw, 994px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rela\u00e7\u00e3o com a Audi<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Assim que conseguiram produzir o Crude Azul, como este tem utilidade em diversas industrias, a Sunfire criou parcerias com uma empresa de cada <a href=\"https:\/\/automotiverevista.pt\/index.php\/category\/pesados-e-maquinas\/\">ind\u00fastria <\/a>e no caso do autom\u00f3vel foi com a Audi.<\/p>\n\n\n\n<p>A Audi aparece assim no final do processo, mas tem sido de grande valia. Al\u00e9m dos seus engenheiros partilharem conhecimentos t\u00e9cnicos, a Audi ao \u201canunciar a parceria deu-nos uma proje\u00e7\u00e3o internacional que de outra forma n\u00e3o ter\u00edamos. Precisar\u00edamos de investir muito em comunica\u00e7\u00e3o e o nosso foco perder-se-ia\u201d comenta um dos respons\u00e1veis da Sunfire. A ind\u00fastria autom\u00f3vel representa uma pequena parte da utiliza\u00e7\u00e3o do crude, pois existem outros grandes consumidores como \u00e9 o caso da ind\u00fastria, o transporte mar\u00edtimo e aeron\u00e1utico, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista t\u00e9cnico, a Audi n\u00e3o precisar\u00e1 de modificar os seus motores. Ao contr\u00e1rio de solu\u00e7\u00f5es de combust\u00edveis como o GPL, GNL ou outros, o combust\u00edvel da Sunfire n\u00e3o necessita que os motores sejam adaptados, funcionado normalmente, tanto nos motores a diesel como nos motores a gasolina. Evitam-se assim milhares de euros em desenvolvimento de novos motores, sendo que necessita de menos combust\u00edvel para percorrer os mesmos quil\u00f3metros, diminuindo assim o consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>Se d\u00favidas houvesse acerca das capacidades e potencialidades do combust\u00edvel azul, foi colocado no carro da Ministra Alem\u00e3 da Educa\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o &#8211; Audi A8 3.0 TDI &#8211; o combust\u00edvel azul que tem funcionado na perfei\u00e7\u00e3o. Esse carro tem sido frequentemente abastecido com combust\u00edvel da Sunfire, servindo de \u201ccobaia\u201d para analisar quais os desenvolvimentos do combust\u00edvel azul em situa\u00e7\u00e3o real.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comercializa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de outras plantas produtivas PTL est\u00e1 para breve, mas ainda faltam ser feitos os \u00faltimos ajustes no processo produtivo para que este melhore a sua efici\u00eancia. Tudo aponta para que as primeira unidades PTL fora de Dresden sejam inseridas em unidades produtivas dos parceiros e\/ou acionistas da Sunfire.<\/p>\n\n\n\n<p>No que concerne a \u00e1rea autom\u00f3vel, a Sunfire tem um acordo de exclusividade com a Audi. Por isso, para o combust\u00edvel azul ser vendido ao p\u00fablico, ter\u00e1 de o ser atrav\u00e9s da Audi. De que forma o ser\u00e1, a empresa ainda n\u00e3o pode divulgar. A comercializa\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico \u00e9 um tema complexo, at\u00e9 porque um dos acionistas da Sunfire \u00e9 o grupo petrol\u00edfero Total.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revista Automotive esteve em Dresden para conhecer melhor o processo de fabrica\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel sint\u00e9tico, onde \u00e9 poss\u00edvel produzir diesel a partir de \u00e1gua e de CO2. Estivemos assim na Sunfire, empresa fundada em 2010 na cidade de Dresden, na Alemanha. 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